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quarta-feira, 14 de dezembro de 2022
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Indicação de site de livros para baixar e comprar....
Professora e escritora Alexandra Lima da Silva.
Livros para comprar ou baixar: https://sementesdebano.com.br/alexandra-lima-da-silva/livros
quarta-feira, 30 de novembro de 2022
Maria Firmina do Reis é a primeira escritora Afro-brasileira
Maravilhosas as análises da historiadora Lilia Schwarcz e da incríveeel estudiosa de Maria Firmina dos Reis, Luciana Dio go
Direito a memória e a educação!
terça-feira, 29 de novembro de 2022
Mesa da Flip com Teresa Cárdenas e Cristina Pedrosa
Que lindeza essa mesa na Flip 2022...de Cuba ao sertão nordestino....quanta força e sensibilidade!!!
Super recomendo a leitura de Teresa Cárdenas (Cachorro velho e Cartas para minha mãe).
O que foi o início, com essas mulheres dançando Jovelina Pérola Negra? provocadas por Ludmila Lis (assessora de Conceição Evaristo).
E que lindeza a fala da pernambucana Cida Pedrosa...que poetisa!
"Esta mesa reúne escritoras que incorporam causas e clamores coletivos nas mais variadas manifestações, expandindo os limites do que é lido como periférico, de Cuba ao Sertão brasileiro. Cada uma à sua maneira, as escritoras desnaturalizam olhares sobre o feminino e o feminismo com suas poéticas."
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
Vamos falar e pesquisar sobre o que realmente importa?
Que fala potente do Edson Cardoso, que chamada!
Todo dia fico me perguntando qual o sentido de se pesquisar "a asa do beija-flor no sentido lírico" enquanto poderíamos estar pesquisando e produzindo acerca de "Qual será o efeito de séculos de desumanização?" (também é o que faz sentido para mim).
obs.1 Vejo tantas pesquisas que não contribuem com problemas sociais no Brasil, muito menos com a educação e pior por pessoas que estão à frente ou dentro de instituições na educação pública.
Pergunto:
é só para alimentar o próprio ego?
ou não consegue se conectar com o mundo que vive e/ou campo de trabalho, a própria vida?
obs. 2 Tem o sabichão (aquele embuste dentro da educação) que vive dando (a dispensável) opinião (que não serve para nada), pois não estuda e por isso não compreende.... permanece e permanecerá assim por preguiça e comodismo.
Super recomendo esse vídeo!
obs. 2 Tem o sabichão (aquele embuste dentro da educação) que vive dando (a dispensável) opinião (que não serve para nada), pois não estuda e por isso não compreende.... permanece e permanecerá assim por preguiça e comodismo.
Super recomendo esse vídeo!
sexta-feira, 18 de novembro de 2022
Recomendo....
Recomendo a leitura da obra Torto arado e a entrevista do escritor e geógrafo Itamar com o historiador Karnal. É possível perceber o enraizamento histórico que atravessa o livro, tenho notado que alguns educadores não conseguem compreender a perspectiva de análise do historiador acerca da literatura...desafios para formação docente e que requer apropriação teórica-metodológica. Sim, exige estudo, inclusive investigação empírica. Avante na pesquisa!
segunda-feira, 14 de novembro de 2022
Literatura afro-brasileira de autoria feminina....no Enem 2022
Neste ano caíram 03 questões de literatura afro-brasileira de autoria feminina na prova de Linguagens e Ciências Humanas.
Os fragmentos são de Maria Firmina dos Reis e Carolina Maria de Jesus e as abordagens denunciam a escravização e o racismo estrutural.
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
Lançamento de livro....
Apresentação - historiador Sidney Chalhoub (Harvard University / UNICAMP
Nesta coletânea se fala, com muita propriedade, em direito à literatura afro-brasileira, ao mesmo tempo em que se informa que entre 1859, ano da publicação de Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, e 2006, quando apareceu Um defeito de cor, de Ana Maria Gonçalves, onze romances de autoras negras foram lançados no país. De novo, onze, em quase um século e meio! Não se trata de erro, apesar de ser possível que ainda se descubram alguns poucos títulos publicados por autoras negras que permanecem submersas pelo racismo e sexismo estruturais da Bruzundanga. Esta coletânea dá uma ideia do muito que há a fazer para enfrentar de modo permanente esse crime de lesa-cultura. Para que haja direito à literatura afro-brasileira, é preciso incentivar vocações literárias, adensar a fortuna crítica sobre a produção existente, ocupar espaços em editoras e na imprensa, intervir em currículos escolares, materiais didáticos e na formação de professores.
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