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sexta-feira, 17 de novembro de 2023

Resistência negra, Casa das pretas, Cuiabá

 


Livros de autores negros e mulheres caem mais hoje no vestibular

A reportagem da Folha de São Paulo desta semana fez um levantamento das leituras obrigatórias em universidades públicas (vestibulares). Percebo na reportagem um espelhamento do venho constatando na minha pesquisa de doutorado:

Não há paridade de gênero, precisamos de mais representatividade negra, mas há uma crescente de indicações da literatura de autores negros nos vestibulares a partir da Lei. 10.639/03.




https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/1782574901126141-como-evoluiram-os-livros-obrigatorios-em-vestibulares#foto-1782574901711103





quinta-feira, 16 de novembro de 2023

Como a juventude se apropriou do conceito de escrevivência?

 Evaristo é a escritora fundamental na minha pesquisa que envolve estudantes de Ensino Médio e docentes de história.



terça-feira, 14 de novembro de 2023

Celebre a Consciência Negra...enfatize a cultura, a identidade e as história de lutas.

 Estou olhando as redes sociais e sentido um mal-estar....

Me incomoda que os estudos pontuais acerca da "Consciência Negra" neste mês fiquem restritos a escravização...me incomoda ver exposições com imagens de estudantes algemados ou educadores utilizando o black face. "Ser negro" não é fantasia...folclore.
Onde está o letramento racial/Como está a nossa formação? (Sim, repetimos o que aprendemos, mas não me conformo). Sei que as vezes, quando estamos em sala de aula, erramos muito tentando fazer o melhor ou o possível, mas a pergunta que faço:
como podemos pensar em valorização (em nossa formação afro-brasileira) enfatizando imagens dolorosas, com crianças com chicote nas mãos e outras se arrasando algemadas?
Por que ao invés de fazendas de escravizados não enfatizamos os quilombos, as lutas e resistência? Quem foi Tereza de Benguela, Zumbi, Dandara, Tia Ciata, Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus, Maria Firmina dos Reis....? Quais são as manifestações culturais? Quantas obras literárias podemos conhecer.
Tantas referencias negras da nossa história, ainda desconhecidas pela maioria de nós, precisamos sentir orgulho da nossa negritude. Sem estereótipos, os quais não trazem valorização da cultura e história afro-brasileira e africana. Só reforçam o racismo.
Chega de "comer pelas beiradas", ainda há demonização em relação as religiões de matrizes africanas, vamos conhecer mais sobre o samba, o jongo, a capoeira, a beleza negra....
Que a nossa cultura, identidade, história afro-brasileira, seja celebrada diariamente!

Segue algumas imagens no vídeo, retiradas do Instagram @bonecapretta, vale a pena conhecer a página, se inspirar e ampliar as temáticas nos estudos afro-brasileiros.