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sexta-feira, 24 de junho de 2022
terça-feira, 21 de junho de 2022
Indicações de pesquisas no Ensino de História
Onde encontrar as publicações: https://www.paruna.com.br/ebooks/?fbclid=IwAR1zWTr6IzWbVhuzPY4NR5HcA_e5BvOjVgbiXfv7MxWP5x8mZOjtSeVtEJk
domingo, 19 de junho de 2022
Escrevivências -Conceição Evaristo
A narrativa da escritora Conceição Evaristo me faz refletir muitas coisas...especialmente porque fala da poética, da identidade afro-brasileira e experiências históricas fundamentais para compreendermos a nossa histórica.
quinta-feira, 16 de junho de 2022
quarta-feira, 15 de junho de 2022
Qual o primeiro sinal de civilização de uma cultura?
Qual o primeiro sinal de civilização de uma cultura?
Em uma conferência, uma estudante universitária perguntou à antropóloga Margaret Mead o que ela considerava ser o primeiro sinal de civilização em uma cultura. A aluna esperava que Mead falasse sobre lanças, potes de barro ou pedras de amolar.
Mas não, Mead respondeu que o primeiro sinal de civilização em uma cultura antiga era um fêmur que havia sido quebrado e depois curado. Mead explicou que no reino animal, se você quebrar uma perna, você morre. Não se pode fugir do perigo, ir ao rio beber ou procurar comida. Você é presa fácil para predadores saqueadores. Nenhum animal sobrevive a uma perna quebrada por tempo suficiente para que o osso se cure.
Um fêmur quebrado e curado é evidência de que alguém se deu ao trabalho de ficar com o caído, enfaixou o ferimento, o carregou para um local seguro e o ajudou a se recuperar.
Mead disse que ajudar alguém em dificuldade é o ponto onde começa a civilização de nossa espécie.
Texto e imagem extraídos de :https://web.facebook.com/notaterapia/
domingo, 12 de junho de 2022
quarta-feira, 8 de junho de 2022
Ainda vai levar um tempo....escrevivências de doutoranda
UFMT - Campus Cuiabá
Tirei está foto ontem, dia 07/06/2022 no campus de Cuiabá (quis registrar aqui porque este blog é quase um diário)....ainda é possível perceber os rastros que a pandemia do covid-19 deixou por lá...não tem mais aquela cantina no Instituo de linguagem e nem a outra que era no Instituto de Ciências Humanas, lugar para comprar um café ou uma água (também adorava o chips de banana) e compartilhar/dividir diferentes momentos da vida acadêmica.
É triste ver que nem o mobiliário das antigas cantinas restaram, busquei um lugar para sentar e fazer a transcrição de algumas narrativas da minha pesquisa, pois o sol não estava a pino, mas os corredores estavam escuros, cadeiras e mesas sujas...a biblioteca setorial fechada. Enfim, ainda não há conforto.
Nesta semana anunciaram que vão exigir o passaporte vacinal, e para isto acontecer precisou chegar na justiça federal...imagina passar por isso na casa da ciência?
Neste mês tivemos o anúncio de cortes de verbas para a educação/pesquisa...não gosto nem de pensar muito, deprimo.
Depois fui a padaria América com a colega de doutorado para tomar um cafézinho, saborear um pedaço de bolo de mané pelado e colocar detalhes acerca do desenvolvimento e escrita das nossas pesquisas, os prazos, os eventos....muitas "mentiras" em dia...rsrs.... é o que ainda nos salva e traz algum alento (mesmo que esporadicamente).
Fica o desejo....que venha dias melhores para nossa Universidade, ciência...Brasil.
quarta-feira, 1 de junho de 2022
Sabe aquele evento imperdível?
No final de julho teremos o XXI Congresso Internacional das Jornadas da Educação Histórica-UFAL com a participação das maiores referências no campo da didática, da Educação Histórica.
Um grande encontro com pesquisadores de ensino de História de todo o Brasil, Portugal, Espanha...já estou mega ansiosa!
Maiores informações: https://www.even3.com.br/xcidjdehvciisndedhuehetdneptpep.../
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Mano conversa com Sueli Carneiro....Imperdível! Uma importante aula de história.
"Mano Brown recebe Sueli Carneiro, uma das maiores intelectuais e referência histórica do movimento negro do Brasil. Numa ideia Mano a Mano, que merece ser ouvida e refletida por todas as gerações, eles falam de sociedade, racismo, sobre primórdios do rap no Brasil e a conexão com movimentos negros da época, e visões de futuro para o povo brasileiro."
Fonte: Mano a mano
podcast no : https://open.spotify.com/
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