A minha experiência com a literatura afro-brasileira de autoria feminina começou em 2017, após algumas leituras foi assustador perceber a lacuna na minha formação, até então não tinha referencias de autoria negra feminina.
Comecei a ler Conceição Evaristo, Carolina Maria de Jesus....e pensar na potencialidade de tais escritas para educação étnico-racial, assim propus formação no IFMT para toda comunidade (estudantes, professores/as, curiosos etc.)
Os resultados iniciais foram surpreendentes (mas faltava aprofundamento teórico-metodológico) e disto nasceu meu projeto de pesquisa para o doutorado (em andamento), voltado para o ensino de história.
Questiono: O que podemos aprender da nossa história a partir da literatura afro-brasileira de autoria feminina?
Os resultados virão ao final de 2023, que ele traga frutos e esperança para dias melhores.
Segue alguns registros que fiz no IFMT, em escolas da rede estadual e Sintep nos idos de 2018 e 2019:
IFMT -PVA 2018
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