A reportagem da Folha de São Paulo desta semana fez um levantamento das leituras obrigatórias em universidades públicas (vestibulares). Percebo na reportagem um espelhamento do venho constatando na minha pesquisa de doutorado:
Não há paridade de gênero, precisamos de mais representatividade negra, mas há uma crescente de indicações da literatura de autores negros nos vestibulares a partir da Lei. 10.639/03.

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